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G.R.E.S. UNIDOS DO ANIL



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SAMBAS-ENREDO ANTIGOS

SAMBA ENREDO 2001
Enredo Anil da cor do mar, um ato de amor
Compositores Pedro do Banjo

Eu escrevi o teu nome de glória
Na armadura dos guerreiros
E na coroa dos reis
E hoje vou contar a tua história
Era uma flor...
O amor é uma pequena flor
Me lembra as noites de lua cheia
Me lembra o azul (anil) do mar a cor
Me lembra o canto sedutor de uma sereia
No grande baile de máscaras
Te vi nascer, crescer, lutar, sofrer, vencer,
O peito transbordante de emoção
Acompanhei a tua gloriosa evolução

Desde que nasceste na Araticum
Os teus heróis eu recordo com carinho
Seus nomes eu me lembro um a um

Quantas vezes eu chorei
Na Passarela do Samba.
Pela injustiça de quem se julga um rei
E não é mais que equilibrista em corda bamba
A alegria transformou-se em tristeza
A natureza fez seu pranto um temporal.
Matou o sonho, matou a fantasia,
E destruiu o teu carnaval.

Só sobrevive nesta vida quem é forte
O mundo é desumano e desigual
Hei de te amar mesmo depois da minha morte,
Pois nem a morte vai matar meu ideal


SAMBA ENREDO 2003
Enredo A necessidade é a mãe da criatividade, e quem não tem cão, caça com gato
Compositores Valtinho Danil, Dé, Zeca do Lins, Valdo e Júnior FM

Vem de lá, vem da idade da Pedra
O homem dando um jeito pra sobreviver
Tirou a pele do tigre Dente de Sabre
E fez o manto pra se proteger
Usando a imaginação
Com gravetos fez o fogo
Criou as armas, inventou a roda
Tão necessárias para a sua evolução
Para imitar os pássaros
Na Grécia Antiga Ícaro tentou voar
Mas foi lá em Paris que voou o 14 Bis
Um grande passo para a Lua alcançar

Sacode bateria pra aquecer o coração
Se veste de Astro- Rei embalando o folião

Bebê de proveta, inseminação
Paciência que a ciência tem a solução
A fome dá no rico e dá no pobre
Quem tem dinheiro pdoe comer bem
E quem não tem usa o jeitinho brasileiro
Bate palmas pro Betinho, não precisa mendigar
A saúde tá falida, deixa a desejar
O povo usa a medicina popular
O remédio custa caro, de vergonha eu tô legal
Só a boa garrafada pra curar o mal
Não importa quanto custa
Sou criança e vou brincar
Se não tenho o importado
De sucata vou criar

Bloco de sujo, carnaval, loura gelada
Com dinheiro ou sem dinheiro to ligado to a mil
De azul e branco no desfile do Anil

SAMBA ENREDO 2004
Enredo Glória Perez, a mensageira da paz!
Compositores Thomas Morkos e China da Segunda-Feira

Buscando a paz eu vou que vou
Na luta com amor no coração
Canta a esperança dessa gente
O povo que mais sente o poder da ambição
O mal que estava na serpente
Foi logo enraizado e assim perdeu-se o paraíso inocente
O mundo fez-se placo da ganância, impunidade e traição
Entre caminhos tortuosos
Tendo ser feliz sem ter na mesa ao menos pão

Vai sacudir até o chão
O mar, o céu, Anil
Canta meu povo, muda Brasil

Neste amargo cenário, surge ela, Glória Perez
Leva em cada trabalho
Questões sociais para a televisão
Quero clonar minha alegria
Ser feliz e esquecer das drogas do dia - a - dia
Salve, oh! Doce escritora
Toda vida é conquista, é superação
Hoje, o samba é teu, a noite é esperança
E explode com teu coração
Glórias a ti (ô,ô,ô) mãe de todas as mães
Da Candelária, Acari e Chernobil
Catam juntas com a Unidos do Anil

Me leva para as nuvens do amor
Que o branco da paz, sorriu
Alegria se faz na Unidos do Anil
Glória Perez é luta por justiça no Brasil

SAMBA ENREDO 2005
Enredo Vila Isabel, berço do samba
Compositores Jorge Emílio de Quinho (Jorge de Quino) Gilberto de Moura Filho (Beto Moura)

Ao Despertar o carnaval
O Anil traz a arte e a poesia
Desse bairro tão Real
Cheio de encanto e magia
O lirismo se eleva até o céu
E a Lua vem banhar Via Isabel
Berço do samba paraíso musical
Recanto dos amantes da canção

Nos bailes nos salões...quanta alegria!
Espalhando emoções e fantasias
O bar iluminado traz desejos sensuais
Ao som de suas belas melodias

Poetas, cronistas, compositores
E vultos de grandes valores
Marcaram a história da bela época
De tantas glórias, valeu Noel... Martinho
O grande menestrel da vila boêmia
É doce a nostalgia em meu sonhar
O bonde agitava a folia
Com emoção passeei no Boulevard
O modernismo não tirou a poesia
Quantas histórias pra contar
Muitos amores um apito a despertar
O telefone toca no bar da sedução
34-43-33 balança meu coração
A Vila me abençoou, aquele abraço amor

Valeu Zumbi hoje tem Quizomba
É na ginga do samba que eu vou
Pode aplaudir que o Anil chegou

SAMBA ENREDO 2007
Enredo África berço de civilizações
Compositores Renan Chaves, Ruy Chaves e Preto do Banjo

Orun, aiyê, mãe África,
A vida rasga o ventre da terra,
Rompido o grilhão da injustiça,
Seu filho da corrente se liberta

No Egito ô, ô, ô....
Arte, Cultura, a miscigenação,
Rei faraó, ser supremo, exaltado,
Rá, Nut, Osíris, deuses desse solo sagrado

Ilê ifé, Iorubá,
Berço da nação nagô,
Divino rei, eternidade, seu axé,
A força negra no reino de Daomé,

Brilha em Mali a fonte da riqueza,
Alimentando a realeza,
Mansa mandou chamar,
Tombuctu, a cidade do saber,
Conhecimento, o comércio a prosperar.

Negro escravo nunca se entregou,
Ao novo mundo, inocente traficado,
O seu sangue derramou,
Hoje, livre mesmo renegado,
É nossa herança de conquistas e valor

Sou negro, sim, negro na cor,
Sou África,
Canto o orgulho dessa raça,
No carnaval com o Anil peço licença pra passar
Iluminado pela força de Oxalá






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